O Sinduneal participou, no dia 11/12, de uma audiência da CUT e dos movimentos sociais com o governador Teotônio Vilela.
Na audiência, a presidente da CUT, Amélia Fernandes, cobrou uma resolução para grave situação dos serviços públicos em Alagoas e negociação por parte do governo com as categorias em mobilização e greve.
A representante do MST, Débora Nunes, cobrou uma posição do governo frente a presença de jagunços armados e ameaça de destruição da lavoura dos sem terras despejados de Atalaia, além do fim dos despejos anunciados de sem terras.
A representante do Sinteal, Consuelo Leandro, cobrou o cumprimento do PCCS e uma solução para a ingerência do Secretário de Educação no Conselho Estadual de Educação.
Por fim, o representante do Sinduneal, Luiz Gomes, apresentou a pauta de reivindicações da Uneal: concurso para professor efetivo, realinhamento dos técnicos, progressão horizontal e dedicação exclusiva para os docentes.
O governador se comprometeu em receber a CUT em outra oportunidade para tratar da discussão dos servidores públicos e do acompanhamento da mesa de negociação, afirmou que já fez tudo que podia na questão dos sem terras, que ia analisar a questão de educação, mas, que as questões salariais da educação e da Uneal, o governo só iria apresentar uma posição mediante análise da situação financeira do Estado.
Uma audiência na Segesp, para continuar a discussão sobre a pauta econômica da Uneal está confirmada com o Secretário Alexandre Lages.

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